Com a colaboração do meu amigo ufólogo Ivan Ancker (Desculpe a demora na postagem rsrsrs)
Pioneiro ufólogo,
cientista que escreveu vários livros sobre o tema, frequentou a academia e o
meio militar divulgando e estudando a Ufologia
A Ufologia Brasileira está novamente de luto. No
domingo, 09 de março de 2014, chegou a triste notícia do falecimento do
professor Flávio Augusto Pereira, pioneiro pesquisador que influenciou gerações
de ufólogos. Nascido em Batatais (SP), em 19 de fevereiro de 1926, graduou-se
na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, em
1951. Foi colunista do jornal O Estado de São Paulo na seção Filosofia da Astronáutica.
Flávio atuou em inúmeras instituições ao longo dos anos. Foi presidente do Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais (IBACE), diretor da Escola Superior de Ciência de São Paulo, fundou e presidiu a Comissão Brasileira de Pesquisas Confidenciais de Objetos Não Identificados (CBPCOANI), e muitas outras. Sua obra mais conhecida é O Livro Vermelho dos Discos Voadores, cuja primeira edição é de1966. A qualidade e
seriedade do trabalho de Pereira pode ser constatada, entre outros, pelo fato
de em 1971 o brigadeiro José Vaz da Silva, então ministro da Aeronáutica, tê-lo
convidado para tomar parte de uma comissão militar de pesquisa ufológica.
A metodologia utilizada em tais reuniões era a que fora publicada anteriormenteem O Livro Vermelho dos Discos Voadores. Em uma
ocasião o professor viu seu livro sobre uma mesa e nele haviam sido feitas
anotações à mão sobre casos brasileiros não mencionados na obra. Vaz da Silva é
o mesmo oficial que orientara a criação do Sistema de Investigação de Objetos
Aéreos Não Identificados (SIOANI), que funcionou entre 1969 e 1972. Flávio
defendia o sigilo nessas reuniões mensais com os militares, afirmando que estes
preocupavam-se com a reação do público, além de considerarem muitos casos como
importantes para a segurança nacional.
Flávio atuou em inúmeras instituições ao longo dos anos. Foi presidente do Instituto Brasileiro de Astronáutica e Ciências Espaciais (IBACE), diretor da Escola Superior de Ciência de São Paulo, fundou e presidiu a Comissão Brasileira de Pesquisas Confidenciais de Objetos Não Identificados (CBPCOANI), e muitas outras. Sua obra mais conhecida é O Livro Vermelho dos Discos Voadores, cuja primeira edição é de
A metodologia utilizada em tais reuniões era a que fora publicada anteriormente
INSPIRAÇÃO PARA
GERAÇÕES DE PESQUISADORES
Flávio Pereira organizou, ainda em maio de 1958, o 1º Colóquio Brasileiro sobre OVNIsem São Paulo , reunindo 15 estudiosos. Com maior
número de participantes, o 2º Colóquio aconteceu também em São Paulo em novembro de
1967, e essa série de eventos durou até a sexta edição, realizada em 1975.
Pereira comenta, a respeito do primeiro desses congressos: "As conclusões
foram que: 1) os discos existem; 2) não têm procedência terrestre e 3) fosse
feita uma recomendação aos cientistas brasileiros para que tomassem
conhecimento do assunto. Por essa razão a questão da existência ou não dos
discos voadores, para os estudiosos, já está ultrapassada".
O professor Flávio Pereira ajudou a popularizar a Ufologia com participações em vários programas e entrevistas na TV nos anos 90, quando já ressaltava a urgente necessidade de uma abertura para acabar com o sigilo ufológico. Também defendia firmemente o estudo científico dos casos de discos voadores como forma de evolução da sociedade como um todo. Costumava dizer: "O pasmo de que se tomou o mundo quando teve conhecimento da bomba atômica vai repetir-se quando estiverem devidamente esclarecidos os rumos e as possibilidades da Astronáutica, possivelmente através do contato com outros mundos". A Ufologia Brasileira infelizmente não contará mais com sua marcante presença e entusiasmadas apresentações, mas sempre terá seu brilhante exemplo para seguir.
Flávio Pereira organizou, ainda em maio de 1958, o 1º Colóquio Brasileiro sobre OVNIs
O professor Flávio Pereira ajudou a popularizar a Ufologia com participações em vários programas e entrevistas na TV nos anos 90, quando já ressaltava a urgente necessidade de uma abertura para acabar com o sigilo ufológico. Também defendia firmemente o estudo científico dos casos de discos voadores como forma de evolução da sociedade como um todo. Costumava dizer: "O pasmo de que se tomou o mundo quando teve conhecimento da bomba atômica vai repetir-se quando estiverem devidamente esclarecidos os rumos e as possibilidades da Astronáutica, possivelmente através do contato com outros mundos". A Ufologia Brasileira infelizmente não contará mais com sua marcante presença e entusiasmadas apresentações, mas sempre terá seu brilhante exemplo para seguir.

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