quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Os Tarots de Alan Moore



Quando Alan Moore falou que lançaria um livro chamado "The Moon and Serpent Bumper Book of Magic", disse que criaria em conjunto com o livro várias peças entre eles um Tarot.
Com a notícia muitas pessoas se animaram, afinal esse poderia ser o deck que superaria o Tarot de Thoth criado por Aleister Crowley e Lady Frieda Harris em 1943.

Porém pesquisando podemos ver que ele já havia mostrado essa ideia em uma curta série em quadrinhos que se chamava "Hypothetical Lizard" que teve publicações em 2004 e 2005, a hq vinha com  o desenho de algumas cartas, a arte foi feita por Lorenzo Lorente e Sebastian Fiumara e os argumentos por Moore e Antony Johnston.

Esse ano (2012) veio o lançamento de "Fashion Beast" onde também apareceram algumas cartas, argumentos de Alan Moore, Malcolm McLaren, Antony Johnston a parte artística ficou com Facundo Percio e Hernan Cabrera.

Infelizmente não foi feito um deck completo para nenhuma das duas revistas, os primeiros são da hq Fashion Beast, ela vai ter poucas edições pelo menos foi o que foi dito, quando saírem novas cartas eu coloco aqui e ainda faço um pequeno estudo das cartas.
Por hora fica aqui as cartas criadas até hoje para que vocês apreciem, clique para ampliar.


The Fool



The Magician


The Lovers
Justice


The Chariot













Death


The Devil
The Star



The Moon
The Ten of Disks


The Knight of Wands



The Queen Of Cups




Mas não acabou, escondido existe mesmo um tarot completo de Alan Moore, está disponível em http://www.dodgemlogic.com/ em forma de oráculo, o site é de uma revista bimestral de Alan Moore com o mesmo nome, eis aqui as cartas:


The Fool
The Magician
The Priestess
The Empress

The Emperor
The Hierophant
The Lovers
The Chariot
Justice
The Hermit
Wheel of Fortune
Strength
The Hanged Man
Death
Temperance
The Devil
The Tower
The Star
The Moon
The Sun
Judgement
The World

Conheça 5 mistérios que intrigam a humanidade


Uma das grandes verdades dessa vida é que não importa o quanto você saiba sobre qualquer assunto, você nunca vai saber tudo. Nunca. E, em alguns casos, a humanidade, de um modo geral, nunca vai ter certeza, até porque não adianta negar: alguns mistérios parecem ser mesmo impossíveis de se resolver. Duvida? Então confira a lista abaixo:

1 – A pirâmide Hellenikon

Se você pensa em pirâmides feitas com pedras gigantes, é normal que imagine que essas construções existem no Egito, certo? Certo, mas nem tanto. A Europa tem algumas pirâmides também. Só na Grécia pelo menos 16 desses monumentos já foram encontrados, sendo que a pirâmide grega mais famosa é a Hellenikon, na cidade de Argos.
O fato é que ninguém sabe ao certo como essa pirâmide foi construída. A primeira menção a ela foi feita pelo do geógrafo e viajante Pausânias, que se referiu a ela em sua obra “Descrição da Grécia” como uma construção muito semelhante a uma pirâmide egípcia. Segundo Pausânias, a pirâmide servia de tumba para as pessoas mortas em uma batalha ocorrida nos arredores.
Até mesmo a estimativa de construção do monumento tem diferentes versões: alguns historiadores defendem que a pirâmide foi erguida em 3000 a. C.; outros, que ela foi feita em 2720 a.C. – isso tudo com uma margem de erro de 720 anos. Se isso estiver correto, a pirâmide grega pode ser mais antiga do que as pirâmides egípcias.
A idade da construção é só mais um mistério sobre ela. O fato é que ninguém sabe quem a ergueu e com que finalidade.

2 – Os sapatinhos encontrados em templos egípcios

Uma expedição para o Egito em 2004 fez com que alguns arqueólogos encontrassem um novo tesouro histórico. Dentro de uma jarra posicionada no meio de outras duas jarras e encostada em uma parede de tijolos de argila foram encontrados sete sapatos.
Desses, dois pares eram de criança e os outros, de um adulto possivelmente manco. De acordo com o arqueólogo Angelo Sesana, esses sapatos ficaram escondidos por mais de 2 mil anos!
O especialista em sapatos antigos, Andre Veldmeijer, chamou a descoberta de “extraordinária”, uma vez que os itens estão muito bem conservados. Depois de uma análise, conclui-se que os sapatos eram provavelmente caros e representavam status – viu só! Não é de hoje.
O mistério envolvido com a descoberta dos sapatos escondidos e sobre como ninguém aparentemente sabia a respeito do esconderijo – aliás, o que teria acontecido com o dono dos sapatos, que provavelmente morreu sem tirá-los do lugar? O mistério aqui é: o que será que fez com que alguém escondesse os sapatos e nunca mais voltasse para busca-los?

3 – A pedra gigantesca submersa no mar da Galileia

Uma descoberta acidental feita em 2003 ainda impressiona cientistas e pesquisadores em todo o mundo, tanto que a novidade em si só foi divulgada em 2013. Trata-se de uma estrutura gigantesca que está ao fundo do mar da Galileia.
Shmuel Marco, o geofísico que divulgou o achado, disse, em uma entrevista à CNN, que a estrutura antiga pode ter sido um berçário marinho, ainda que a maioria dos cientistas acredite que a estrutura estava situada na terra e, eventualmente, acabou submersa com o passar do tempo.
A tal pedra é feita de basalto e tem forma cônica, sendo que sua base mede 70 metros e sua altura é de 10 metros. O peso? Nada mais nada menos que 60 mil toneladas. Estima-se que a idade do material seja algo entre 2 mil e 12 mil anos. Essa idade foi estimada por meio do cálculo da quantidade de areia acumulada sobre a base da estrutura.
O arqueólogo Dani Nadel reparou que a pedra tem formas similares às de outras tumbas da região. Ele acredita, portanto, que a estrutura possa ter sido usada com a finalidade de sepultamento. Além disso, Nadel chama a atenção para o fato de que a pedra aparentemente foi construída com pedras de pelo menos 100 kg. Ainda assim, a idade do material encontrado e o propósito de sua existência continuam sendo informações desconhecidas.

4 – A senhora no trono cravado

É pelo nome acima que uma das descobertas arqueológicas mais curiosas de todos os tempos é conhecida. Acredita-se que o artefato seja de 2700 a.C., só para você ter ideia. O arqueólogo italiano Massimo Vidale chama a atenção para o aspecto moderno da escultura.
O artefato é, na verdade, um tipo de charrete que tem em sua ponta uma espécie de cabeça de touro. Dentro do veículo há 15 pessoas. Há traços das cores vermelha, amarela e preta. Algumas das figuras masculinas usam o mesmo tipo de adorno ao redor do pescoço e na cabeça. Além disso, eles usam uma espécie de toga em formato cônico.
Uma figura feminina é vista sentada no que é descrito como um “trono cravado”, o que deu origem ao nome do adorno. Estudos feitos pela equipe de Vidale concluíram que o objeto é uma herança da civilização hindu, mas não se sabe ao certo qual é o significado ou o propósito do objeto.
Também não há evidências de que os hindus usavam qualquer tipo de veículo de rodas e não há como saber também se o artefato foi usado para usar em algum tipo de ritual ou por qualquer outro propósito.

5 – A múmia gritando

Encontrada em 1886, a múmia com essa expressão agonizante tem sido objeto de especulação desde então. O corpo mumificado, além de ter esse aspecto assustador, tem todos seus órgãos internos intactos, um acontecimento extremamente raro.
De acordo com o arqueólogo Bob Brier, há duas explicações possíveis para a expressão agoniante do rosto da múmia: a primeira é que ela tenha sido vítima de assassinato; a segunda tem a ver com a preservação perfeita do corpo, o que pode ter sido proporcionado por alguma pessoa próxima ao morto. Outros cientistas acreditam que a pessoa possa ter sido envenenada ou queimada viva.
Um documentário exibido pela National Geographic em 2008 investigou a possibilidade de a múmia ser o Príncipe Pentawere, filho do faraó Ramsés III, que era suspeito de planejar o assassinato do próprio pai. Documentos antigos do século XII apontam que uma das esposas do faraó fazia parte de uma conspiração para tentar mata-lo e, assim, ajudar Pentawere a conseguir o trono.
Acredita-se que quando o plano foi descoberto, Pentawere foi envenenado pela esposa do rei, como forma de punição. Em seguida, ela teria enrolado o corpo do enteado em lã de carneiro e feito o ritual de mumificação. Se essa é mesmo a história, o grito no rosto da múmia pode ter sido provocado pela dor do envenenamento. Ainda assim, não se pode ter certeza de nada, até mesmo porque nem se sabe se a múmia é mesmo o príncipe.
Algumas teorias afirmam que a boca da múmia está aberta apenas porque a cabeça do morto pode ter ficado posicionada para trás, ocasionando a abertura da mandíbula. E aí, você já tinha visto essa múmia bizarra antes?

Mito ou verdade: seria a UNICAMP a "Área 51" brasileira?


Como você sabe, a UNICAMP — Universidade Estadual de Campinas — está entre as instituições de ensino mais prestigiadas do país, sendo escolha certa entre milhares de estudantes que desejam ingressar na faculdade. Pois, de acordo com a UOL, ela não está em alta apenas entre os alunos. Segundo o portal, os ufólogos também têm bastante apreço pela entidade, que seria apontada por eles como a “Área 51” brasileira.

Esses estudiosos acreditam que a UNICAMP seja o maior centro de estudos relacionados com temas alienígenas do Brasil e que inclusive guardaria espécimes extraterrestres em suas dependências. A universidade teria entrado para o mapa da ufologia após o famoso caso do ET de Varginha, e, conforme apontam os pesquisadores, a criatura descoberta em Minas Gerais — em 1996 — inclusive teria sido levada para Campinas pelo Exército.

Pavilhão 18

Fonte da imagem: Reprodução/IFGW
Aliás, conforme afirmam os ufólogos, o extraterrestre teria sobrevivido aos testes realizados e continua sendo mantido na universidade, o que teria dado origem ao laboratório que é conhecido pelos pesquisadores como “Pavilhão 18”. Essa estrutura abrigaria — além de criaturas vivas, como o ET de Varginha — corpos de alienígenas e outras criaturas estranhas e ficaria no subsolo, próximo à Faculdade de Ciências Médicas e ao Instituto de Química da UNICAMP.
Segundo testemunhas, o laboratório não é acessível a pessoas não autorizadas e seria guardado por oficiais fortemente armados do Exército e seguranças particulares. E não foi por acaso que o suposto Pavilhão 18 foi construído sob a terra. Os ufólogos alegam que o motivo disso seria o de controlar os poderes mentais dos extraterrestes e impedir que eles se comuniquem com seus amigos.
E mais: além do ilustre ET de Varginha, a estrutura alojaria outros alienígenas capturados no país, assim como exemplares de chupa-cabras vivos e mortos. Não obstante, a UNICAMP nega que tal laboratório exista ou que a instituição esteja envolvida com pesquisas sobre seres de outros planetas, alegando que toda essa história não passa de um mito. O Exército também negou qualquer participação no assunto, afirmando que não mantém soldados na universidade.

Tábua Ouija: veja como ela funciona em necromancia e invocações demoníacas

A tábua Ouija é um tabuleiro simples feito de madeira com letras do alfabeto e as palavras “sim” e “não” marcadas nele. Em geral, o objeto é utilizado como um método de necromancia para se comunicar com os mortos ou com os espíritos que vagam pelo plano astral.

Embora a tábua Ouija não seja muito popular no Brasil, por aqui nós temos a brincadeira do copo e a do compasso, que funcionam quase da mesma maneira. Em ambas, os participantes do jogo fazem perguntas aos mortos, colocam os dedos sobre o objeto indicador das respostas e ele se move sozinho para enviar mensagens. Entretanto, é necessário seguir algumas regras e cumprir uma espécie de ritual para invocar os espíritos.
Existem milhares de histórias que envolvem o uso da tábua de Ouija, sendo que os especialistas em espíritos insistem que ela não deve ser utilizada como um simples jogo infantil. Porém, não há muitas pesquisas científicas que comprovem ou desmistifiquem essas narrativas fantasmagóricas.
Todavia, Hollywood adora aumentar o suspense por trás desses “brinquedos do além”. Se você já assistiu ao filme “Atividade Paranormal” ou ao clássico “Exorcista”, deve saber muito bem as consequências de brincar com os mortos. Além disso, em breve vai estrear um filme dirigido por Michael Bay inteiramente dedicado ao tabuleiro Ouija – talvez os objetos explodam ao se mexer.


As regras do jogo
Em primeiro lugar, se você não tomar cuidado com quantos ou quais espíritos você convida, qualquer entidade do plano astral (principalmente do mais baixo) pode ser invocada. Esses espíritos podem ser de pessoas que foram assassinadas ou que perderam suas vidas em acidentes. Portanto, eles podem apresentar comportamentos violentos.
Outra coisa importante é não fazer piadas ou brincadeiras enquanto estiver utilizando o tabuleiro ou realizando alguma pergunta, pois isso pode deixar os espíritos zangados. Também é importante nunca pedir para que a entidade dê uma prova de sua existência ou faça algo sobrenatural.
Os especialistas em fantasmas informam que os espíritos podem enganar os jogadores e arrumar uma forma de entrar no mundo físico. Caso isso aconteça, pode ser muito difícil conseguir fazer com que eles retornem para o plano astral, o que os força a permanecer na Terra durante um indeterminado período de tempo.

Todo cuidado é pouco!

Contudo, os especialistas dizem que não é a tábua em si que é perigosa, uma vez que ela não invoca os espíritos. Na verdade, eles estão fora do tabuleiro e sempre próximos de todos nós. Logo, se algo der errado durante a sessão, destruir o objeto pode não valer de nada, pois os fantasmas não possuem nenhuma conexão com ele.
Quando você estiver pronto para terminar o “jogo”, avise o espírito, agradeça-o respeitosamente por todas as respostas fornecidas e mova a prancheta para se despedir. Caso ele deseje permanecer e “ajudar você um pouco mais”, você deve dizer: “Adeus e saia!”, em uma voz firme.
Isso não é tudo: você tem que se assegurar de que o espirito já parou de responder, e então você pode fechar a tábua. Caso você não termine a sessão como o explicado, podem ocorrer resultados inesperados e até mesmo os bons espíritos podem ficar agitados. Portanto, é melhor seguir as instruções para não se meter em problemas.

A ciência explica

Embora muitas pessoas tenham medo, segundo os cientistas o movimento involuntário do objeto utilizado como indicador de respostas no tabuleiro Ouija não representa nenhuma conexão com o mundo espiritual. Porém, eles admitem que é possível fazer movimentos sem perceber que é você quem os está realizando.
Portanto, tanto na brincadeira do compasso ou do copo ou na tábua de Ouija, não são os espíritos que estão movendo o objeto, são as próprias pessoas que o estão segurando. Esse fenômeno é chamado de efeito ideomotor. Ele consiste na influência da sugestão sobre os movimentos corporais involuntários e inconscientes.
Você pode conferi-lo com os próprios olhos ao amarrar um peso, como um anel ou um botão, em um barbante (de preferência com mais de 30 cm). Em seguida, segure a ponta do barbante com os braços esticados à sua frente para que assim o peso possa balançar livremente. Tente manter o braço completamente parado. Repare que o peso vai começar a rodar em sentido horário ou anti-horário em pequenos círculos.
Não comece esse movimento por conta própria. Em vez disso, se faça uma pergunta – pode ser qualquer coisa. Considere que o peso vai se mover no sentido horário para responder que “sim” e no anti-horário para responder que “não”. Mantenha esse pensamento na cabeça e, em breve, mesmo que você tente não fazer nenhum movimento, o peso vai começar a rodar e responder às suas perguntas.

Mas e os espíritos?

Seria magia, fantasmas ou espíritos atormentados? Não, apenas o milagre da consciência. Não há forças sobrenaturais trabalhando na tábua de Ouija, só há pequenos movimentos que você está fazendo sem perceber. Logo, o barbante permite que o movimento seja exagerado, enquanto a inércia do peso possibilita que ele permaneça e se transforme em um círculo completo.
Esse efeito é chamado de Pêndulo de Chevreul, o qual foi pesquisado pelos cientistas após o século 19. O que acontece aqui é que você está testemunhando o movimento (do peso), mas sem se dar conta que você é o responsável por ele.
O mesmo fenômeno básico corresponde à tábua de Ouija, ao jogo do copo e à brincadeira do compasso, no qual uma pessoa ou várias seguram um objeto e ele se move de acordo com as perguntas feitas.
Esse mesmo efeito também foi comprovado em um triste caso da criação de um “facilitador de comunicação”. Nele, os cuidadores acreditavam que poderiam ajudar as crianças com graves incapacidades a se comunicarem por meio de um teclado. Entretanto, os cientistas provaram aos cuidadores de que eram eles que – de forma completamente inocente – digitavam as mensagens, em vez de interpretar os movimentos das crianças.

O poder do cérebro

O fato mais interessante sobre o fenômeno é o que ele nos diz sobre a mente humana. Afinal, se podemos fazer movimentos sem perceber, então não deveríamos estar tão confiantes na execução de outros sobre os quais temos a plena consciência de que são realizados por nós.
Nas circunstâncias certas, você pode fazer com que outras pessoas acreditem que tenham causado algo que na verdade é proveniente de uma razão completamente independente. Isso é algo não tão difícil de acreditar, visto que algumas pessoas pensam que só começou a chover porque esqueceram o guarda-chuva ou que algumas coisas ruins só acontecem com elas.
Você pode ler mais a respeito no livro “The Illusion of Conscious Will”, escrito pelo psicólogo Daniel Wegner. O autor defende que nosso senso comum em acreditar que temos controle sobre uma ação é uma ilusão ou, se você preferir, uma construção. Os processos mentais que controlam diretamente os nossos movimentos não estão conectados àqueles que compreendem causa e efeito, explica Wegner.
A situação não é como em uma estrutura de comando/controle igual ao que acontece em um exército disciplinado, em que um general dá ordens às tropas, elas executam a ação e ele recebe um relatório dizendo: “Senhor! Está feito. A mão direita entrou em ação”. O conceito é mais parecido com um coletivo organizado: o general pode transmitir os comandos e ver o que acontece, mas ele nunca está seguro sobre o que levou à ação.
Em vez disso, assim como ocorre com todas as pessoas, nosso consciente (o general nessa metáfora) precisa utilizar alguns princípios para descobrir quando um movimento é realizado por nós. Uma dessas táticas é determinar que a causa precisa ser consistente com o efeito.

Eu juro que não fui eu!

Se você pensar: “Eu vou mover minha mão” e ela se mexe, automaticamente seu cérebro passa a sensação de que esse movimento foi causado por você. Todavia, esse princípio falha quando o pensamento é diferente do efeito, tal como acontece no Pêndulo de Chevreul ou na tábua de Oujia.
Caso você pense: “Eu não estou movendo minha mão”, você está menos suscetível a conectar qualquer pequeno movimento feito por você, mas com uma grande abrangência visual. Ou seja, você está mais vulnerável a acreditar que os espíritos “falaram” por meios misteriosos do que a considerar que seu corpo se mexeu sozinho.
Talvez isso explique o costume que as crianças têm de gritar “Não fui eu” logo após quebrar alguma coisa. Eles ponderam consigo mesmo: “Eu só vou dar um empurrãozinho...” e, quando o objeto cai da mesa e quebra, eles não sentem que foi algo que eles fizeram.
E você? Mesmo depois dessa explicação científica continua acreditando na tábua de Ouija? Já aconteceu alguma experiência fantasmagórica enquanto você fazia o jogo do copo ou o do compasso? Ou é mesmo tudo uma questão de efeito ideomotor?
Indianos acreditam que vaca nascida com três olhos é reencarnação de Shiva.

Uma vaca está dando o que falar na Índia. Depois de nascer com três olhos, o animal não só gerou curiosidade como foi rapidamente considerado uma reencarnação do deus hindu Shiva.
O filhote de apenas duas semanas já é considerado um ícone religioso por muitos indianos que acreditam estar diante de uma manifestação divina. O terceiro olho do animal é localizado no meio da testa.
O dono da pequena vaca descreve o nascimento do animal como um milagre e, desde que chegou ao mundo, o filhote tem atraído centenas de visitantes que vão até Tamil Nady, no sul do país, para receber bênçãos da “reencarnação de Shiva”.
Nos rituais de visita as crianças encostam a testa da vaca, na crença de que o gesto pode trazer boas vibrações. Para o hinduísmo, Shiva é um dos deuses mais antigos, patrono das artes e da ioga.

10 religiões bizarras que acreditam em extraterrestress


Você já ouviu falar em religiões UFO? Pois é, como o próprio nome sugere, são crenças que giram em torno de OVNIs e extraterrestres — nossos vizinhos, e, caso alguém nunca tenha lhe avisado até agora, existe uma série dessas religiões “aliens” espalhadas ao redor do planeta.
Por um lado, é muito egocentrismo do ser humano achar que ele é raça mais desenvolvida no universo, pois a quantidade de galáxias descobertas e planetas possivelmente habitáveis são notícias frequentes em sites do ramo, inclusive no Mega Curioso.
Por outro lado, algumas dessas crenças alternativas são tão mirabolantes e viajam tanto em fábulas bizarras que fica difícil botar uma fé concreta nelas. São elas:

1. Chen Tao (o caminho direito)

List Verse
Esse culto foi formado em 1993 — na região do extinto Taiwan —, pela ex-professora de sociologia Hon-ming Chen, e misturava CristianismoBudismo, New Age e as inusitadas crenças em OVNIs.
Os fiéis tinham o costume de acreditar em alguns dogmas bem bizarros: na cabeça deles, a ideia em comum era de que a guerra nuclear criou e aniquilou o sistema solar em quatro diferentes eras. E tem mais: que Deus pegou os sobreviventes em um disco voador — sim, eles defendiam essa teoria com unhas e dentes.
Além disso, esse grupo de malucos ganhou destaque ao anunciar que o fim do mundo viria durante a última semana de março de 1998 — até agora, nada. Chen acreditou que Deus iria aparecer na televisão no mundo inteiro (ao mesmo tempo), com a guerra nuclear e os desastres naturais acontecendo instantes depois.
Por causa disso, a ex-professora e seus fiéis seguidores se mudaram para Garland, Texas, achando que o lugar — chamado de “Terra de Deus” — iria salvá-los do caos. Contudo, Deus era muito tímido para aparecer na TV ou algo deu errado na transmissão, e o mundo continuou a girar normalmente até hoje. Após o fiasco, o grupo silenciosamente desapareceu na obscuridade e não foi ouvido desde 2001.

2. Ordem Fiat Lux

Se você pensou que era uma caixinha de fósforos, está errado! Sendo o termo em Latim para “Haja Luz”, a Ordem Fiat Lux teve o início de suas atividades em 1973, quando a sua fundadora — Erika Bertschinger, uma secretária suíça — caiu sobre sua cabeça durante um passeio a cavalo.
Por um milagre dos deuses ou pela loucura depois do tombo, ela descobriu que era a própria Virgem Maria e poderia se comunicar com seres transcendentais, como Jesus Cristo (olha só que legal).
Sendo assim, Erika mudou seu nome para Ueriella e fundou seu grupo de seguidores (ou doidos de manicômio seria mais propício?) e saiu divulgando suas ideias pela Alemanha. Eles acreditavam em algumas teorias bem malucas: que o mundo seria devastado em meados de 1998, por discos voadores nazistas e desastres naturais, e também que alguns ETs amigáveis viriam para resgatar os poucos humanos escolhidos e usá-los para criar um novo paraíso na Terra.
Porém, depois que o ano de 1998 terminou, a tese deles foi definitivamente para o espaço e o grupo nunca mais teve seus créditos em teorias mirabolantes do tipo.

3. Academia de Ciências Unarius

Formada em San Diego no ano de 1954 pelo casal Ernest e Ruth Norman — que juravam serem reencarnações de um ser poderoso, chamado Unarius —, essa galera tinha algumas crenças muito estranhas: acreditavam que as proezas psíquicas tendem a crescer se você meditar regularmente com um crânio de cristal — supostamente de 10 mil anos atrás — chamado "Max".
O grupo também ensinava "física interdimensional" aos seus adeptos, que eles afirmavam ter a capacidade de responder a todas as perguntas sobre o universo e toda a sua existência. Além disso, a Terra iria enfrentar uma colisão com outro planeta e este evento marcaria o início de uma era próspera. Era previsto para isso acontecer em 2001, com o desembarque de várias naves espaciais.
Contudo, ninguém viu essa magnífica cena dos filmes de Hollywood ocorrer e, quando a teoria deles falhou, mais tarde veio uma explicação: os ataques de 11 de setembro de 2001 mostraram aos alienígenas que a humanidade ainda não estava pronta para se reunir com eles e, assim, os nossos amigos ETs adiaram o evento. Vai entender, né?

4. Forças Dimensionais Exteriores (ODF)

De acordo com Orville Gordon, o fundador da seita Outer Dimensional Forces, algumas "forças dimensionais do terror" começariam o Armageddon na Terra depois que viram como os seres humanos abusaram do planeta.
Então, ele mudou o nome para Nodrog ("Gordon" de trás para frente) e transformou sua casa em uma verdadeira base de pouso para discos voadores. Sabe por quê? Para que os seus seguidores fossem apanhados pelos extraterrestres e levados para um local seguro durante o dia do juízo final.
Especula-se que Gordon morreu e foi enterrado em algum lugar em sua “base UFO”. O grupo tem persistido até hoje em suas teorias malucas.

5. One World Family Commune

Conhecida como a Igreja Industrial do Consolador do Novo Mundo, essa religião combina muito com os hippies, comunistas, entre outros. O culto surgiu na Califórnia, em 1973 (época em que os malucos-beleza estavam na moda), e, de acordo com o seu fundador — um pintor chamado Allen Noonan —, ele teria experimentado uma série de encontros sobrenaturais com extraterrestres (as famosas abduções) e recebia até instruções dos aliens, carinhosamente apelidados de “Galactic Elohim of Galactica”.
Com isso, Noonan mudou seu nome para Michael Allen e começou a formar seu próprio grupo, sob a doutrina central do Uni-Comunismo. De acordo com essa crença, a paz pode ser alcançada quando todos os países estiverem desarmados e as pessoas formarem uma comunidade com os costumes hippies.
Segundo eles, esses alienígenas foram os criadores originais da Terra e um dia iriam voltar para o nosso planeta, ajudando na transformação da sociedade — onde a energia é livre e a injustiça não existe (essa eu gostei!).

6. I AM Activity

Essa é uma das primeiras religiões UFO que existem no Planeta Azul, iniciando as atividades em 1930. O motivo da crença deles? De acordo com Guy Ballard — fundador do culto —, ele se encontrou com o lendário St. Germain (mestre dos martinistas) em MT. Shasta, na Califórnia, e teria recebido algumas instruções de como comandar o seu povo, através de uma orientação telepática.
Após Ballard morrer em 1939, sua esposa — Edna — tornou-se o principal canal para as mensagens divinas, que ela continuou a receber até sua morte em 1971. Desde então, o movimento tem sido controlado pelo seu conselho de administração, com base em Illinois. Estima-se que eles tenham mais de 300 grupos de seguidores espalhados pelo mundo.

7. Tempelhofgesellschaft (Sociedade Templo)

Não é uma nenhuma surpresa que os neonazistas gostam de se gabar de sua raça, no entanto, alguns deles vão além e acreditam que seus antepassados ??realmente vieram do espaço sideral. Em uma combinação bizarra de superioridade racial falsa e fascínio UFO, a Tempelhofgesellschaft foi formada em Viena na década de 1990.
A tese era de que a raça ariana teve sua origem com os antigos sumérios do planeta Aldebaran — que teriam vindo para cá há milhares de anos e se estabeleceram em Atlântida. Eles também acreditam que os sumérios serão obrigados a dominar o mundo um dia e conquistar as outras raças, especialmente os judeus (vindo de neonazistas, isso é suspeito).

8. Seekers

Em 1954, o ilustre Leon Festinger, em mais um de seus estudos revolucionários, presenciou um culto apocalíptico em Chicago — conhecido como “Seekers”. Eles acreditavam que estavam recebendo mensagens de seres chamados de "Guardiões", que vieram do planeta Clarion.
O aviso era que o mundo iria acabar em 21 de dezembro de 1954, e com isso os magníficos “Guardiões” teriam instruído os fiéis a ficarem atentos no dia de resgate. No entanto, por causa de muitas zombarias e da mídia (por que será, né?), o grupo perdeu muito de sua influência. Mesmo assim, está ativo até hoje.

9. Fundação Urântia

Vision Afar
Este grupo é famoso e promove “O Livro de Urântia” como sua espécie de Bíblia. Essa galera acredita que essas escrituras são obra de alguns alienígenas, chamados de “Comissão Orvonton”. De acordo com eles, as mensagens escritas no livro vieram durante o sono ou em outros momentos de relaxamento total (meditação, viagem astral) para o médico Sadler, em meados de 1930.
Atualmente, existem inúmeros de grupos afiliados em dezenas de países. Só para você ter ideia, mais de meio milhão de exemplares do “O Livro de Urântia” já circularam pelo globo. De acordo com essas escrituras, o verdadeiro nome de Jesus era Michael e o universo é composto de sete anéis concêntricos, sendo que Deus habita no meio.
Além disso, a Fundação Urântia também afirma que o livro substitui a Bíblia com perfeição como a autoridade máxima da verdade sobre a vida, o universo e tudo mais. Se você ficou curioso a respeito, saiba que esse livro pode ser baixado gratuitamente na web.

10. O Círculo Cósmico da Comunhão

Este grupo foi formado no início de 1950, em Chicago. Seu fundador — um carteiro chamado William Ferguson (posteriormente ele passou a ser um fraudador condenado) —, afirmou ter feito contato com seres de outros planetas.
De acordo com suas palavras, ele foi subitamente transportado para a “Sétima Dimensão”, onde recebeu a iluminação plena. Além disso, também se tornou amigão de um ser chamado Khauga (uma espécie de deus, que teria levado Ferguson a Marte) e dos líderes dos venusianos — sim, nossos vizinhos que moram no planeta Vênus.
Ferguson também afirma que suas técnicas de relaxamento profundo (meditação, projeção astral) podem ajudar os membros a atingir um nível superior de consciência dimensional e permitir que eles façam uma viagem para fora de seus corpos terrenos.
Após Ferguson morrer, em 1967, a filial de Chicago assumiu o controle do grupo, que ainda está em plena atividade.
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